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Notícias

Como o novo marco de geração distribuída influencia a carga tributária para consumidores-geradores? Saiba agora com Leonardo Manzan!

Diego Velázquez
Last updated: Novembro 24, 2025 12:34 pm
Diego Velázquez
4 meses ago
5 Min Read
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O novo marco da geração distribuída redefine custos, tributação e retorno ao consumidor-gerador. Leonardo Manzan
O novo marco da geração distribuída redefine custos, tributação e retorno ao consumidor-gerador. Leonardo Manzan

O tributarista Leonardo Manzan avalia de que maneira o novo marco legal da geração distribuída está redesenhando o panorama fiscal dos consumidores que produzem sua própria energia. A modernização das regras, aprovada em meio à expansão das fontes renováveis, representa um avanço regulatório, mas também introduz novas obrigações tributárias e contábeis. 

Contents
Transição do modelo de compensação sob a ótica de Leonardo ManzanEfeitos fiscais e impacto sobre a viabilidade dos projetosIncentivos, governança e complianceCaminhos para estabilidade e previsibilidade regulatória

O modelo de compensação de créditos, antes integral, passa a ser gradualmente substituído por um sistema de cobrança parcial de tarifas e tributos. Essa mudança altera o equilíbrio econômico dos investimentos em energia solar e eólica de pequeno e médio porte e exige das empresas maior atenção à gestão tributária.

Transição do modelo de compensação sob a ótica de Leonardo Manzan

Na leitura de Leonardo Manzan, o sistema de compensação integral de energia elétrica estimulou o crescimento exponencial da geração distribuída no Brasil, mas sua manutenção se tornou financeiramente insustentável para as distribuidoras. A nova legislação busca equilibrar o incentivo à energia limpa com a necessidade de custeio das redes. No entanto, a alteração no cálculo das tarifas e a ausência de padronização nacional para incidência de IBS e CBS sobre a energia injetada na rede criam incertezas sobre a real carga tributária dos consumidores-geradores.

Regras do IBS/CBS impactam diretamente a competitividade da geração descentralizada. Leonardo Manzan
Regras do IBS/CBS impactam diretamente a competitividade da geração descentralizada. Leonardo Manzan

O cenário se torna ainda mais complexo devido à coexistência de diferentes regimes de transição. Usinas já instaladas antes da lei manterão regras mais vantajosas por um período determinado, enquanto novos empreendimentos estarão sujeitos a tarifas e tributos parciais desde o início da operação. Esse descompasso exige planejamento tributário detalhado e atenção redobrada à interpretação das normas estaduais e federais.

Efeitos fiscais e impacto sobre a viabilidade dos projetos

A introdução do IBS e da CBS, aliada ao fim gradual das isenções de ICMS em alguns estados, tende a modificar a estrutura de custos dos sistemas de micro e minigeração. Leonardo Manzan ressalta que, embora o objetivo da reforma seja simplificar o sistema, a transição pode elevar a complexidade administrativa e afetar o retorno financeiro dos investimentos. A falta de critérios unificados para definir o momento da incidência e a base de cálculo da energia compensada é um ponto de atenção para todo o setor.

O impacto tributário também varia conforme o porte do projeto. Pequenas instalações residenciais sentirão o efeito de forma limitada, mas empreendimentos empresariais e cooperativas de geração terão maior exposição a ajustes contábeis e fiscais. Para mitigar esse risco, é necessário que as autoridades tributárias emitam orientações interpretativas e desenvolvam ferramentas de fiscalização digital que reduzam divergências entre fiscos estaduais e federais.

@leonardosiademanzan

Navegando pelas fronteiras da legalidade: visão de Leonardo Siade Manzan Estratégias de planejamento tributário agressivo exigem atenção redobrada aos limites legais. Leonardo Siade Manzan explora como identificar oportunidades legítimas de economia fiscal sem infringir normas, analisando exemplos de elisão fiscal e suas consequências práticas. O vídeo oferece insights valiosos para profissionais de contabilidade, advogados e gestores que buscam otimizar tributos de forma segura e eficiente. #LeonardoSiadeManzan #QueméLeonardoSiadeManzan #OqueaconteceucomLeonardoSiadeManzan #LeonardoSiade #LeonardoManzan #operaçãozelotes

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Incentivos, governança e compliance

Em meio à revisão das regras, Leonardo Manzan sugere que o país adote uma política de incentivos mais moderna, capaz de alinhar o marco tributário às metas de transição energética. A ampliação da depreciação acelerada de equipamentos, a simplificação de regimes de importação e a criação de créditos tributários vinculados à produção descentralizada são medidas que podem compensar o aumento das tarifas e estimular a continuidade dos investimentos.

A governança fiscal, por sua vez, deve ser aprimorada para acompanhar o avanço tecnológico. A digitalização das medições e a integração entre concessionárias e órgãos fazendários possibilitam maior rastreabilidade dos créditos e maior controle sobre a geração de energia. Essa transparência, além de reduzir riscos fiscais, fortalece o ambiente regulatório e facilita a atração de capital privado para projetos regionais de geração distribuída.

Caminhos para estabilidade e previsibilidade regulatória

Com base em tendências observadas em mercados maduros, Leonardo Manzan destaca que a previsibilidade das regras fiscais será decisiva para o sucesso do novo marco. Investidores e consumidores precisam ter clareza sobre a carga tributária efetiva e sobre o tempo de retorno de seus projetos. A cada mudança normativa sem transição adequada, parte do mercado perde fôlego e posterga novos investimentos.

A integração entre regulação técnica, política tarifária e regime fiscal pode transformar a geração distribuída em uma das maiores fontes de crescimento sustentável do país. Para isso, é necessário que o sistema tributário atue como aliado da inovação, e não como barreira. Como conclui Leonardo Manzan, o futuro da microgeração depende de um equilíbrio entre arrecadação e estímulo, em que o Estado reconheça o papel estratégico do consumidor-gerador como agente ativo da transição energética brasileira.

Autor: Trimmor Waterwish

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