Segundo Renato de Castro Longo Furtado Vianna, empresário e investidor, o capital de giro representa o oxigênio financeiro que mantém uma empresa em funcionamento diário, garantindo pagamentos, reposição de estoque e continuidade operacional. Isto posto, ao compreender como calcular e gerenciar esse recurso, a empresa fortalece sua estabilidade e reduz riscos inesperados. Com isso em mente, continue a leitura e entenda como calcular o capital de giro corretamente.
O que é capital de giro e por que ele é essencial para a empresa?
O capital de giro corresponde aos recursos necessários para financiar as operações cotidianas da empresa. Como informa Renato de Castro Longo Furtado Vianna, ele cobre despesas como salários, fornecedores, tributos e custos operacionais enquanto as receitas ainda não foram recebidas. Portanto, trata-se de uma reserva financeira que assegura a liquidez no curto prazo.

Sem capital de giro suficiente, a empresa pode apresentar lucro contábil e, ainda assim, enfrentar dificuldades para pagar contas básicas. Tendo isso em vista, a ausência de liquidez compromete decisões estratégicas e limita oportunidades de expansão. Em outras palavras, não basta vender; é necessário manter o fluxo de caixa saudável.
Ademais, o capital de giro influencia diretamente a credibilidade da empresa perante o mercado, conforme frisa o empresário Renato de Castro Longo Furtado Vianna. Fornecedores valorizam pontualidade, bancos analisam capacidade de pagamento e investidores observam consistência financeira. Assim, manter uma liquidez adequada significa preservar reputação e competitividade.
Como calcular o capital de giro corretamente?
O cálculo do capital de giro parte de uma fórmula simples, porém exige atenção aos detalhes financeiros. De acordo com Renato de Castro Longo Furtado Vianna, a base está na diferença entre ativos circulantes e passivos circulantes da empresa. Em termos práticos, considera-se tudo o que pode ser convertido em dinheiro no curto prazo menos as obrigações que vencem no mesmo período. Isto posto, a fórmula essencial pode ser apresentada da seguinte forma:
- Capital de giro = Ativo circulante – Passivo circulante;
- Ativo circulante inclui caixa, contas a receber e estoques;
- Passivo circulante envolve fornecedores, salários, tributos e empréstimos de curto prazo.
Esse cálculo revela se a empresa possui recursos suficientes para honrar compromissos imediatos. Contudo, a análise não deve ser superficial. É fundamental avaliar a qualidade dos ativos, pois estoques excessivos ou inadimplência podem distorcer a percepção de liquidez. Portanto, o número isolado não basta. É necessário compreender o ciclo financeiro, identificar prazos médios de recebimento e pagamento e projetar cenários futuros.
Como melhorar o capital de giro da empresa na prática?
Em suma, melhorar o capital de giro exige disciplina financeira e monitoramento contínuo. Inicialmente, é necessário revisar prazos de recebimento e negociar condições mais favoráveis com fornecedores. Pequenas alterações nos prazos podem gerar impacto significativo no fluxo de caixa.
Outro ponto relevante, segundo o investidor Renato de Castro Longo Furtado Vianna, envolve a gestão de estoques. Estoque parado representa dinheiro imobilizado. Ou seja, o equilíbrio entre oferta e demanda reduz desperdícios e libera recursos para outras áreas estratégicas. Também é recomendável fortalecer políticas de crédito e cobrança. Empresas que acompanham a inadimplência de perto preservam liquidez e evitam surpresas negativas. Assim sendo, o capital de giro passa a ser resultado de planejamento, não de improviso.
O capital de giro como um pilar da sustentabilidade financeira
Em última análise, o capital de giro não é apenas um conceito contábil, mas um instrumento decisivo para a continuidade e crescimento da empresa. Desse modo, quando bem calculado e monitorado, ele garante liquidez, fortalece relações comerciais e amplia capacidade de investimento. Ou seja, uma gestão financeira estratégica começa pela compreensão clara do fluxo de caixa e das necessidades operacionais. Logo, a empresa que domina essa lógica constrói base sólida para expansão consistente, reduz riscos e preserva estabilidade mesmo diante de cenários desafiadores.
Autor: Diego Rodríguez Velázquez